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29 de Setembro de 2017

TNS Nanotecnologia apresenta pesquisa inédita para setor têxtil e de confecção

Presente no Inspiramais, a TNS Nanotecnologia - empresa 100% brasileira responsável pelo desenvolvimento de aditivos antimicrobianos para a indústria – acaba de realizar uma pesquisa informativa direcionada para o setor têxtil. Um panorama que busca entender como encontra-se o setor neste ano.

Segundo a pesquisa oito mudanças em curso no mundo geram impacto direto ao setor têxtil, desde a produção de fios e tecidos, passando pelo vestuário até o varejo: 1.  estagnação do algodão; 2. o crescimento dos filamentos sintéticos; 3. aumento das misturas de fibras têxteis; 4.  evolução dos não tecidos; 5. funcionalização no vestuário (tecidos inteligentes); 6. mudança de hábito dos consumidores;  7. transformações no varejo com o comércio eletrônico; 8. expansão dos Tratados de Livre Comércio . 

Ainda segundo a TNS Nanotecnologia, as tecnologias inovadoras que auxiliarão nas mudanças do setor têxtil inclui a transformação do varejo com a  funcionalização do RFID - Radio Frequency IDentification, que substitui os códigos de barras. A tecnologia RFID incorporada à etiqueta do vestuário é capaz de emitir ondas de rádio frequência permitindo que a etiqueta seja lida sem contato visual e físico.

Outro ponto apontado pela pesquisa é a impressão e acabamentos digitais co técnicas como a Active Tunnel Infusion (ATC) . Superior a qualquer impressão por sublimação, a tecnologia recria a estrutura da fibra. O princípio da ATI é gerar canais nas fibras pelos quais o corante caminhe e penetre em seu interior, fechando-se no final do processo e retendo o corante – permitindo níveis de tingimento muito superiores ao beneficiamento comum, com economia de enorme quantidade de corantes à base de água e permitindo que o tecido seja resistente a água sanitária e não sofra esmaecimento da cor por estiramento do tecido. 

A TNS ainda aponta a tecnologia Werable Technologies: as tecnologias “vestíveis”, que utilizam um conjunto de ciências têxtil, química, física para estruturar e criar novos tipos de fibras e ou tecidos com performance  superior. É o conceito básico de um Smart Textile e sua capacidade de reagir a diferentes estímulos provenientes de seu ambiente. Corantes com propriedades policromáticas, tecidos com liberação controlada de fármacos ou tecidos capazes de controlar a proliferação bacteriana também controlam o mau odor provocado pelo  suor através da ação de nanopartículas de prata, são exemplos de wearable Technologies

O mercado também aponta, ainda segundo a pesquisa, o Projeto Mobilizador PT21. Inserido no Pólo de Competitividade da Moda, liderado pela TMG Automotive e sob a coordenação técnica do CITEVE, o programa engloba sete sub-áreas de Produtos, Processos e Serviços  em prol da inovação e colaboração e incentiva o desenvolvimento de projetos em P&D voltados  para têxtil e confecção e pode ser conferido no site  https://www.citeve.pt/artigo/PTXXI  


Mas como está o Brasil? A pesquisa adiante que o cenário é bastante promissor, com uma indústria sólida e altamente competitiva, sendo, entre os atributos, o segundo maior empregador da indústria de transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas, com 32 mil empresas formais em todo o país, quarto maior parque produtivo de confecção do mundo; além de ter, desde a produção  das fibras, até os desfiles de moda, passando por fiações, tecelagens, beneficiadoras, confecções e forte varejo.  

Mais informações através do site da empresa TNS: tnsolution.com.br


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